Conta-se que isso é verídico. Acredito!
Uma mulher branca, de aproximadamente 50 anos, chegou ao seu lugar na classe econômica do avião e viu que iria sentar ao lado de um passageiro negro. Visivelmente perturbada, chamou a comissária de bordo e reclamou da situação e exigiu ser transferida para outro lugar.
A comissária pediu calma, informando que todos os lugares estavam ocupados, mas iria tentar resolver a situação. Algum tempo depois ela volta e explica: “Senhora, como eu disse, não há nenhum outro lugar livre na classe econômica. Temos apenas um lugar na primeira classe”.
Antes que a mulher falasse, a comissária continua: “Veja, é incomum que a nossa companhia permita à um passageiro da classe econômica sentar-se na primeira classe. Porém, tendo em vista as circunstâncias, o comandante entende que seria escandaloso obrigar um passageiro a viajar ao lado de uma pessoa tão desagradável”.
E, dirigindo-se ao senhor negro ela falou: “Portanto senhor, caso queira, por favor, pegue a sua bagagem de mão, pois reservamos para o senhor a vaga da primeira classe...”
Os passageiros que assistiam o cena começaram a aplaudir, alguns de pé. Logo, o que preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons!
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