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17 de jul. de 2011

A propósito do exame OAB

Se todas as profissões adotassem critérios rigorosos, como a Ordem dos Advogados do Brasil, para avaliar a capacidade técnica, profissional e ética dos seus integrantes, com certeza teríamos um mundo melhor.
     Não há com que se preocupar. Se a OAB aprovasse um elevado número de profissionais, com certeza estaria sendo alvo de pesadas críticas, condenando-a de colocar no mercado de trabalho pessoas incompetente e despreparadas.
     Por fim, tomei nota de um pensamento de Piero Calamandrei (1889-1956) jornalista, jurista, político e docente universitário italiano: “O advogado deve sugerir por forma tão discreta os argumentos que lhe dão razão, que deixe ao juiz a convicção de que foi ele próprio quem os descobriu”. Logo, como se chegar a tal ponto se não há exigência e rigorosidade no exame?

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