Não podemos levar a vida tão a sério, a ponto de sermos nossos próprios carrascos. O riso é uma das maiores terapias para uma série de problemas que nos cercam, sobretudo o estresse. O escritor Eça de Queiroz (foto) dizia que “o riso acabou porque a humanidade entristeceu”.
Certamente ele estava equivocado. Não se consegue matar o riso, pois assim como a alegria, ele é privilégio do gênero humano. Aliás, duas coisas ainda inexplicáveis para a ciência.
A fonte do riso e da graça está no nosso dia-a-dia. Nesta curta efeméride chamada vida diuturnamente vemos, ouvimos e também contribuímos com nossas gafes, resultados de atos impensados e estimulados pela pressa. O jornalismo é uma das grandes fontes, bem como outras profissões, desse fantástico colorido pincelado pelo riso e pela alegria.
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