Hoje vivemos em constante dúvida, a partir do momento que abrimos os olhos. Não temos a certeza de mais nada, muito menos dos amigos do peito, limites do corpo, muito menos podemos vislumbrar o futuro e fazer um prognóstico do amanha, mesmo que seja com a esperança de óculos.
É encantador o sonho do poeta Zé Rodrix que pensa com casinha campestre de pau-a-pique e sapê, circundado de carneiros e cabras que pastam solenes no jardim. No entanto, é melhor se ter o sonho do que padecer numa realidade crua de concreto e asfalto, trânsito de automóveis e pessoas alucinadas em busca da sobrevivência.
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