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15 de mai. de 2011

Um grande equívoco

     A mulher fala para o marido que estão completamos 5 anos de casados e infelizmente não tiveram nenhum filho, como determina as leis do seu país. Quando isso acontecia o governo mandava um agente para resolver o problema de infecundidade. Cria-se uma expectativa e o marido manda que a mulher se vire.
     Algum tempo depois, tocam a campainha da residência. A mulher vai atender. Era um fotografo que pensa ser o endereço de uma cliente. Ao ser atendido vai se apresentando quando a senhora, meio nervosa diz: “Ah! já sei... Pode entrar”. O homem cauteloso pergunta pelo marido e se ele está a par do assunto.
     “Sim, ele está a par e concorda com tudo”, atalha a senhora deixando o homem a vontade: “Então vamos começar?” Ela se assusta com a rapidez e ainda mais quando ele afirma que ainda tem 5 casais para atender naquela manhã. “Puxa! O senhor aguenta?” Sem desconfiar de nada ele diz que adora o trabalho que faz.
     Meio sem graça a senhora pergunta como irão faz e o homem sugeri uma no quarto, duas no tapete, duas no sofá, uma no corredor, duas na cozinha e a ultima no banheiro. Ela acha um exagero, mas o homem argumenta que nem o melhor profissional consegue na primeira tentativa. “Numa dessas, a gente acerta bem na mosca!”
     Para tranquilizar a senhor ele tira da bolsa um álbum de fotos, seus últimos trabalhos. Ela acha lindo os bebês. “O senhor mesmo quem fez?” Ele afirma e vai detalhando cada trabalho.
     “Esse foi feito na porta de um supermercado”, ele argumenta que era um local muito público, mas a mãe é artista de cinema e queria publicidade. Crescente espanto ela diz que não teria coragem de fazer isso. Para aumentar sua confusão ele mostra outra foto de uma criança e diz “essa aqui foi em cima de um ônibus” e diz que foi o mais difícil.
     Mostra outra foto de criança e diz que foi feita num parque de diversões em pleno inverno. Boquiaberta ela pergunta como conseguiu. Ele afirma que foi difícil, se não fosse a ajuda dos guardas, para afastar a multidão.
     Envergonhada ela diz que não quer ninguém olhando. “Ótimo, também prefiro assim”. Finalmente o fotógrafo pede licença para armar o tripé. A mulher empalidece e pergunta pra que. “Bem, senhora, é necessário. O meu aparelho, depois de armado, chega a medir 1metro”. A senhora não resiste dá um grito e desmaia!

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